João quer jogar tudo pro alto

Em uma das minhas turmas de treinamento de vendas on line, recebi um importante empresário que está em uma situação peculiar em sua vida. Como possivelmente é meu ouvinte, vou chamá-lo aqui simplesmente de João.

João tem uma empresa que distribui cosméticos para o pequeno varejo e, no final do curso, me confidenciou que está num estado de nervos tremendo: trabalha quase 10 horas por dia mas este numero subiu pra 12, 13 horas depois da crise.

Fisicamente e emocionalmente ele não aguenta mais: a idade está batendo, já possui muito tempo que vive esta batida. Centralizador extremista, acha que tudo que acontece com a empresa é de sua inteira responsabilidade. Por isso controla seus quase 50 funcionários a ferro e fogo.

O ponto que quero compartilhar contigo, ao menos hoje, não é tanto esta história da centralização. João tem filhos pequenos e é por este viés que vou agora.

Imagine:

Todos os dias João se levantava e sai de casa antes que os filhos acordem. Quando chega, os filhos já estão dormindo. Sábado João trabalha, dá duro danado.

Bom… eu tenho dois filhos e, assim como muitos que me ouvem aqui, sei o quão rápido a infância deles desaparece.

Nesta história não tem certo, nem errado, cada um sabe dos seus porquês. Mas, na boa… de que vale uma empresa ou uma carreira bem sucedida se a gente sequer vê a vida passar, sequer participa da vida dos filhos?

A pressão às vezes nos deixa míopes. Será que não tá na hora do João fazer um exame de vista?

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Envolvido ou comprometido: quem é você?

A melhor comparação que ouvi até hoje entre profissionais ENVOLVIDOS  e profissionais COMPROMETIDOS faz uma comparação simples com um prato de ovo com bacon:

“A galinha estava envolvida com o processo enquanto o porco estava comprometido”.

Isso faz sentido pra você?

Estar comprometido com a empresa ou com uma causa é fazer de tudo para ver aquilo acontecer. Agir com a maior brevidade e competência possível para dar certo. No fim das contas é o profissional genuinamente comprometido que cresce na carreira.

Já uma pessoa apenas “envolvida” leva a vida ao estilo “está ruim, mas está bom”. Cumpre “apenas” o seu horário, faz – quando muito – o que lhe é pedido. Separa com máximo perfeccionismo “os assuntos da trabalho” dos “assuntos da vida”: a empresa pode estar pegando fogo, mas ela não atende o celular porque está em seu horário de lazer.

Pessoas envolvidas são “mornas”. Estão sempre em cima do muro, fofocam, falam mal da empresa, criam picuinhas, contam as horas trabalhadas, fazem as coisas de qualquer maneira, não tem capricho, não se interessam verdadeiramente pelos outros, reclamam de novas diretrizes.

Já as pessoas comprometidas não têm meio termo. Ou elas são ou não são. Ou servem ou não servem. Ou querem fazer algo ou não querem. Os comprometidos agem, erram, reconhecem que erraram, tentam novamente, ajudam os outros, são detalhistas, são perfeccionistas, estão sempre buscando o melhor, abraçam a mudança para que possam ser melhores sempre, focam no resultado, sabem que os fins justificam os meios e que nem sempre irão agradar a todos os demais.

Os apenas envolvidos passam. Os comprometidos deixam um legado.

Qual deles é você?

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